O vendedor B2B no mundo conectado

vendedor B2B no mundo conectado

Antes mesmo de o “money no bolso” ser uma condição para o consumo, o vendedor B2B já andava por aí vendendo produtos. Na verdade, tudo era uma troca, produtos do campo em troca de produtos manufaturados nas cidades era um exemplo da “venda do passado”. Uma das profissões mais antigas, o vendedor se desenvolveu junto com a história, sendo que, em muitos momentos, não era uma atividade vista com bons olhos. Mas, com o tempo, foi ganhando espaço e sendo considerado essencial no disputado mercado.

O vendedor conectado é uma nova realidade! Este seleto grupo de profissionais de vendas está se adaptando às tecnologias, aos processos e às metodologias. Gestão de vendas está se transformando em curso de faculdade! Mas, como se manter no auge de vendas e da performance profissional, em um momento tão turbulento? Quais empresas, que antigamente produziam em escala e focavam em vendas por volumes, tornaram-se produtoras de serviços e produtos customizados e que, para manter os volumes, criam variações quase que semanais de seus produtos e serviços? Muitas.

A grande sacada do vendedor é estar conectado. Historicamente, o vendedor B2B é inquieto, empreendedor, observador por natureza, é considerado o rei dos “porquês”. Mas o que seria então “estar conectado”, visto que o passado já lhe imprime um comportamento de diálogo, ou até mesmo familiar, sobre seus clientes? Têm coisas que apenas a experiência é capaz de ensinar! Ao ampliar o pensamento, colocamos as percepções em confronto, principalmente as percepções de vivência. Apenas avaliar experiências vividas não é mais um diferencial, são considerações velhas para um mundo “novinho em folha”.  Então, se a experiência deixou de ser um diferencial, e se nem mesmo o modelo da nova geração de erros e acertos serve para a equipe atual. Então, qual é a sacada para ser conectado?

Vendedor B2B, conecte-se! O mundo não é de “ninguém”, é nosso!

As interrogações são muitas, mas elas nos fazem chegar a respostas mais claras.

Conectado é ter uma visão holística do mundo, entender de muitos conteúdos, eliminar as certezas que vendedores naturalmente possuem, conviver com novos mundos – disruptivo, eletrônico, inovador, compartilhado com novas gerações. Mas, o grande lance (que pode terminar em gol!) é misturar tudo isso, considerar a ética, que nunca mudou, mas modificar efetivamente as ações.

O “vendedor do futuro” será aquele que conseguirá comunicar-se de maneira intuitiva, que expressará seus sentimentos de forma transparente e se adaptará com facilidade às novas realidades. Mas, claro! Sem desaprender a tratar dignamente seus clientes. Entender de sustentabilidade, falar de processos ambientais, projetos sociais, criar um valor diferenciado, que seja percebido pelos seus clientes e prospects, tá aí um fator que ajuda na decisão de uma compra!




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